3 formas de diversificar com ativos reais

Olá,

Como prometido, voltamos com um assunto de bastante interesse para quem busca construir um portfólio mais resiliente e anti-crise. Estamos falando da diversificação.
Nos nossos últimos posts, já tratamos sobre porque considerar incluir os ativos reais na sua carteira e o que são os títulos públicos judiciais, nosso carro-chefe aqui na Hurst Capital.

Em ambos os textos, o tema da diversificação veio forte, como um dos diferenciais dessa classe de ativos que tem ganhado força no mercado brasileiro.
Por isso, hoje vamos nos aprofundar no assunto e mostrar 3 formas diferentes de diversificar seus investimentos apostando nos ativos reais.

Vamos lá?!

Por que diversificar com ativos reais?

Muito se fala sobre diversificação – e isso acontece porque trata-se, realmente, de uma estratégia muito importante de proteção de portfólio.

É aquela velha história de não colocar todos os ovos na mesma cesta que todo mundo já conhece.

Quando falamos de investimentos, isso significa não alocar todo seu patrimônio em um único tipo de ativo.

Há sim quem se deslumbre com os ganhos da Bolsa e decida por apostar todas suas fichas em ações. Mas a gente já sabe o que acontece em anos como 2020, onde a pandemia afetou diretamente esses investimentos, certo?

E a renda fixa, apesar de ser tratada como o tipo mais seguro de investimento, também deixou a ver navios o investidor mais conservador com grandes alocações em produtos atrelados à Selic, que está em sua mínima histórica.

O ideal é dividir a alocação de forma estratégica entre essas classes. Mas em um ano tão atípico, só a renda fixa e a variável já não são o suficiente.

E é aí que entram os ativos reais!

Como já falamos por aqui, essa classe está descorrelacionada da Bolsa e do mercado de capitais e também não se enquadra nas definições de renda fixa.

São produtos realmente distintos de tudo que o seu banco ou corretora te oferece. Assim, você não precisa mais fica à mercê das duas opções que o mercado financeiro te oferece.

Os ativos reais são a terceira via que vai proteger seu dinheiro de verdade.

A seguir, vamos te ensinar quais as três maneiras de diversificar de verdade com essa classe de ativos.

INCORPORAÇÃO IMOBILIÁRIA

Investir em imóveis já é uma alternativa bastante popular no país, seja através da compra de Fundos Imobiliários ou adquirindo um imóvel para viver da renda do aluguel.

O que o mercado não te conta é que existe uma maneira muito mais lucrativa de investir em imóveis: a incorporação imobiliária.

Nesse modelo, você investe junto ao incorporador do empreendimento, no momento mais rentável do projeto, quando as vendas no estande ainda não foram abertas.
E sabe qual outra coisa que ninguém te conta?

Que no momento da compra no estande, a maior parte do lucro já ficou com o incorporador.

Ou seja: muita gente que compra um imóvel pensando na renda do aluguel poderia lucrar muito mais caso tivesse acesso à etapa anterior do imóvel.

E o investimento em incorporação imobiliária te oferece essa oportunidade!

Falando sobre diversificação, essa alternativa é excelente pois trata-se de um investimento que depende unicamente do sucesso das vendas do empreendimento.
Se o mercado imobiliário estiver aquecido, você terá sucesso.

E os números são animadores: de acordo com o Secovi, o mês de agosto de 2020 já demonstrou um aumento no número de vendas de imóveis na cidade de São Paulo que ultrapassou os índices pré-pandemia!

2. PROPRIEDADE INTELECTUAL (ROYALTIES MUSICAIS)

Os ativos reais são, por vezes, investimentos bastante alternativos e diferenciados do que o mercado financeiro está acostumado. E os royalties musicais são um clássico exemplo!

Quando você imaginaria que poderia lucrar investindo em música, sem ser o empresário de uma grande gravadora ou um artista nas paradas de sucesso?

Mas a Hurst trouxe essa oportunidade ao investidor brasileiro.
Hoje já é possível investir em recebíveis de royalties musicais e lucrar a cada vez que uma das canções que compõem o catálogo é tocada.

Mais uma vez, estamos falando de um investimento totalmente descorrelacionado do mercado financeiro e que depende de outros fatores sem ligação com a economia interna ou externa.

Os royalties musicais, por exemplo, estão ligados ao número de execuções públicas ou em streaming das músicas selecionadas.

O investidor torna-se o ‘dono’ dos direitos autorais daquelas obras por um período de tempo, lucra com o sucesso do artista e protege seus investimentos com um ativo que não vai cair com a Bolsa ou depender da Selic.

TÍTULOS PÚBLICOS JUDICIAIS

Já falamos bastante sobre esses ativos por aqui, mas nunca é demais relembrar o potencial de lucro e diversificação dos precatórios.

Além de serem totalmente descorrelacionados com o mercado, alguns títulos públicos judiciais são tão seguros quanto o Tesouro, como é o caso dos precatórios federais.

De forma bastante resumida, a rentabilidade desse tipo de investimento vem da compra do precatório com deságio, quando o credor original precisa da liquidez.

Por serem dividas que podem demorar até dois anos (por lei) para serem pagas, alguns preferem negociar a cessão do título por um valor mais baixo.

Quando o governo ou órgão público fizer o pagamento, o investidor recebe o valor integral, e lucra com a diferença entre o valor pago.

Simples, não é? É investindo com uma empresa líder nesse mercado e com anos de experiência, como a Hurst, todo o processo é ainda mais seguro graças à profunda due diligence obrigatória em todos os produtos oferecidos.

Se você acredita que esse é o momento ideal para incluir os ativos reais na sua carteira, te convido a acessar nossa PÁGINA DE OPERAÇÕES e conhecer as oportunidades disponíveis hoje.

Até a próxima!

Artigo escrito exclusivamente pela Hurst Capital.

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