Investimentos sem proteção do FGC: vale a pena?

 

O Fundo Garantidor de Crédito serve para proteger o investidor e evitar que o mesmo tenha prejuízos em relação às suas aplicações financeiras, entretanto, existem alguns tipos de investimentos sem a proteção do FGC. Será que eles valem a pena?

Quem costuma investir, provavelmente já percebeu que encontrar investimentos em renda fixa com rentabilidade alta está cada vez mais difícil.

E o panorama do cenário não parece que vai melhorar nos próximos meses, uma vez que a previsão é que as taxa de juros continuem caindo, segundo as 5 instituições com as maiores taxas de acertos em suas previsões de mercado. Sendo assim, procurar outras alternativas para investir é fundamental.

No artigo de hoje, vamos discutir se vale a pena aplicar dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC para diversificar a sua carteira. Confira!

Diversificação dos investimentos

Como dissemos antes, é provável que quem costuma investir já tenha notado que vem sendo cada vez mais difícil encontrar aplicações em renda fixa com boas taxas de rentabilidade.

Em virtude disso, a facilidade que poderia ser observada em um passado bem recente, onde era possível aplicar todos os seus recursos financeiros em investimentos de renda fixa, como a LCI, a LCA, os CDBs e o Tesouro Direto, entre outros, parecem ter ficado para trás.

O interessante desses investimentos é que era possível contar com a garantia de 250 mil reais do Fundo Garantidor de Crédito, e ficar confortável e protegido para aplicar o seu dinheiro.

Entretanto, não existem motivos para se desesperar. Isso não significa que não é mais possível investir seu dinheiro de forma a ter uma rentabilidade alta, com uma boa taxa de segurança e de liquidez para poder resgatar o seu montante quando necessário.

A diferença, para aplicar dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC é que você vai precisar se esforçar um pouco mais e sair da zona de conforto das aplicações em renda fixa para encontrar outras opções de investimento que sejam mais sofisticados.

E para atingir esse objetivo, é fundamental que você aprenda a diversificar a sua carteira de investimentos.

É bem provável, se você já pesquisa sobre o mundo dos investimentos, que você já tenha lido a respeito desse tema, entretanto, a diversificação é um conceito muito importante e muitas vezes acaba sendo mal compreendido. Em virtude disso, educadores financeiros costumam falar sobre o assunto com uma certa frequência.

A sugestão aqui não é que você deixe de aplicar dinheiro em renda fixa definitivamente, em especial se o seu perfil de investidor for mais conservador. A ideia é procurar outras alternativas de aplicações entre os investimentos sem a proteção do FGC para diversificar a sua carteira.

Isso porque, neste momento, se você quiser voltar a ter rendimentos mais altos para as suas aplicações financeiras, você vai precisar investir ao menos uma parte do seu dinheiro em opções um pouco mais arriscadas, mas que, em contrapartida, possuem um potencial de ganhos mais altos.

Entenda o que são dividendos e como escolher ações que os pagam

Ainda que você tenha um perfil de investidor extremamente conservador, é possível correr riscos controlados e conseguir proteger o seu capital integralmente.

Para isso, visualize o exemplo a seguir:

Imagine que você tenha 100 mil reais disponíveis para investir durante 12 meses e não aceita perder nenhuma porcentagem desse dinheiro.

Para tanto, você aplica 95 mil reais em algum ativo de renda fixa, que vai render para você cerca de 7% até o fim do ano. Os 5 mil restantes podem ser aplicados em investimentos sem a proteção do FGC, como os ativos em renda variável.

Agora, vamos imaginar 3 diferentes cenários:

  1. No primeiro, você acerta em cheio o ativo em renda variável escolhido, que se valorizou cerca de 20% no ano. Assim, você vai ter em sua conta um valor final de 113 mil reais, representando um retorno financeiro de 13% ao ano.
  2. No segundo cenário, entretanto, o ativo escolhido se manteve no lugar e ao final dos 12 meses, valia exatamente os 5 mil reais que foram investidos. Nesse caso, ao final do ano, você teria cerca de 106.650 reais, representando um retorno de 6,65% no ano, que seria apenas um pouco mais baixo do que se você tivesse aplicado dinheiro somente em ativos de renda fixa;
  3. Por último, caso você acabe escolhendo um ativo em renda variável péssimo e acabasse perdendo os 5 mil reais que investiu, ao final do ano, você ainda vai ter na sua conta um valor de 101.650 reais. Nesse caso, apesar do rendimento ruim de somente 1,65% no ano, de qualquer forma o valor inicial disponibilizado para realizar os investimentos ainda estaria integralmente protegido.

O exemplo usado para que você pudesse visualizar a situação foi bastante simples, e desconsiderou os custos e os impostos que podem incidir sobre as suas contas.

Isso porque a ideia é apenas mostrar que é possível aplicar dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC e diversificar a sua carteira sem perder dinheiro e como isso pode alterar completamente o seu volume de ganhos sem correr riscos desnecessários e protegendo integralmente o seu capital.

Lembrando que a situação de perder todo o seu valor aplicado é bastante improvável e só aconteceria caso a empresa fosse a falência ou acontecesse um grave escândalo que envolvesse a companhia.

Na prática, entretanto, é necessário tomar uma série de cuidados ao apostar em investimentos sem a proteção do FGC e diversificar sua carteira.

Como diversificar a sua carteira de investimentos

Como dissemos, para aplicar seus recursos em investimentos sem a proteção do FGC e diversificar a sua carteira, na prática, você precisa tomar uma série de cuidados.

Cada investidor possui seu perfil de risco, seus objetivos e também as suas próprias convicções acerca do que o deixa mais confortável e confiante sobre o futuro das suas aplicações financeiras e tudo isso deve ser levado em consideração.

Ainda assim, na hora de apostar em investimentos sem a proteção do FGC você pode lançar mão de algumas atitudes que valem para todo mundo.

Para ajudar você na tarefa de aplicar o seu dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC e diversificar as suas aplicações, separamos algumas dicas na lista a seguir:

  1. Não diversifique demais

Não vai adiantar você colocar os seus recursos financeiros em uma infinidade de ativos diferentes somente para diversificar.

A complexidade operacional de uma atitude como essa e a dificuldade de acompanhar cada uma das aplicações financeiras escolhidas sozinho faz com que seja inviável.

Inclusive, em um cenário muito otimista, o máximo que você iria conseguir lugar fazendo isso seria uma média sobre o rendimento do mercado.

  1. Não diversifique através de ativos relacionados um com o outro

Também não vai adiantar você diversificar as suas aplicações em investimentos sem a proteção do FGC se você apostar em, por exemplo, uma franquia de doces e uma outra de bolos. Quando o mercado do segmento estiver em baixa, você vai acabar vendo seu rendimento cair duas vezes.

  1. Tenha cuidado com os tipos de riscos

Não importa o quanto seja boa a diversificação que você fizer das suas aplicações, os riscos sempre vão existir.

Qualquer ativo conta com um Risco Diversificável (ou Risco de Mercado) e um Risco Não Diversificável, sejam ou não investimentos sem a proteção do FGC.

Assim, você poderá proteger seus investimentos das oscilações de determinado segmento do mercado através da diversificação, entretanto, em algumas situações, como no caso de uma crise econômica geral, por exemplo, é bem provável que os efeitos cheguem até você.

  1. Diversifique de forma estratégica

A diversificação tem como objetivo diminuir os riscos de mercado na sua carteira de investimentos, entretanto, não basta que você aplique seu dinheiro de qualquer forma e em qualquer coisa.

É necessário que a sua carteira seja construída de maneira estratégica e inteligente para que você colha os benefícios que espera.

  1. O risco deve ser calibrado pela volatilidade

Por último, na hora de diversificar a sua carteira de investimentos, você deve pensar em uma forma de fazer isso que seja coerente com o seu perfil de investidor.

Se tudo isso pareceu muito complicado para você, afinal de contas, especialmente para o investidor independente que não se dedica integralmente para as aplicações financeiras realmente a tarefa não é tão fácil, existe uma alternativa mais simples para que você consiga diversificar a sua carteira de investimentos.

Essa alternativa, que costuma funcionar muito bem para a grande maioria dos investidores independentes, é terceirizar a tarefa a gestores de investimentos profissionais através de um Fundo de Investimento.

Assim, você deixa o trabalho da diversificação e da alocação dos recursos nas mãos de um profissional com qualificação para isso e que pode se dedicar integralmente a essa tarefa.

Agora você já sabe que vale a pena aplicar dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC para garantir diversificação na sua carteira e aumentar a rentabilidade das suas aplicações financeiras.

Se você gostou dessas dicas e quer ver mais conteúdo como esse para ajudar você a escolher os melhores investimentos para alcançar seus objetivos financeiros e para estruturar o seu orçamento, continue acompanhando as nossas postagens e confira nossas postagens anteriores.

O Fundo Garantidor de Crédito serve para proteger o investidor e evitar que o mesmo tenha prejuízos em relação às suas aplicações financeiras, entretanto, existem alguns tipos de investimentos sem a proteção do FGC. Será que eles valem a pena?

Quem costuma investir, provavelmente já percebeu que encontrar investimentos em renda fixa com rentabilidade alta está cada vez mais difícil.

E o panorama do cenário não parece que vai melhorar nos próximos meses, uma vez que a previsão é que as taxa de juros continuem caindo, segundo as 5 instituições com as maiores taxas de acertos em suas previsões de mercado. Sendo assim, procurar outras alternativas para investir é fundamental.

No artigo de hoje, vamos discutir se vale a pena aplicar dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC para diversificar a sua carteira. Confira!

Diversificação dos investimentos

Como dissemos antes, é provável que quem costuma investir já tenha notado que vem sendo cada vez mais difícil encontrar aplicações em renda fixa com boas taxas de rentabilidade.

Em virtude disso, a facilidade que poderia ser observada em um passado bem recente, onde era possível aplicar todos os seus recursos financeiros em investimentos de renda fixa, como a LCI, a LCA, os CDBs e o Tesouro Direto, entre outros, parecem ter ficado para trás.

O interessante desses investimentos é que era possível contar com a garantia de 250 mil reais do Fundo Garantidor de Crédito, e ficar confortável e protegido para aplicar o seu dinheiro.

Entretanto, não existem motivos para se desesperar. Isso não significa que não é mais possível investir seu dinheiro de forma a ter uma rentabilidade alta, com uma boa taxa de segurança e de liquidez para poder resgatar o seu montante quando necessário.

A diferença, para aplicar dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC é que você vai precisar se esforçar um pouco mais e sair da zona de conforto das aplicações em renda fixa para encontrar outras opções de investimento que sejam mais sofisticados.

E para atingir esse objetivo, é fundamental que você aprenda a diversificar a sua carteira de investimentos.

É bem provável, se você já pesquisa sobre o mundo dos investimentos, que você já tenha lido a respeito desse tema, entretanto, a diversificação é um conceito muito importante e muitas vezes acaba sendo mal compreendido. Em virtude disso, educadores financeiros costumam falar sobre o assunto com uma certa frequência.

A sugestão aqui não é que você deixe de aplicar dinheiro em renda fixa definitivamente, em especial se o seu perfil de investidor for mais conservador. A ideia é procurar outras alternativas de aplicações entre os investimentos sem a proteção do FGC para diversificar a sua carteira.

Isso porque, neste momento, se você quiser voltar a ter rendimentos mais altos para as suas aplicações financeiras, você vai precisar investir ao menos uma parte do seu dinheiro em opções um pouco mais arriscadas, mas que, em contrapartida, possuem um potencial de ganhos mais altos.

Entenda o que são dividendos e como escolher ações que os pagam

Ainda que você tenha um perfil de investidor extremamente conservador, é possível correr riscos controlados e conseguir proteger o seu capital integralmente.

Para isso, visualize o exemplo a seguir:

Imagine que você tenha 100 mil reais disponíveis para investir durante 12 meses e não aceita perder nenhuma porcentagem desse dinheiro.

Para tanto, você aplica 95 mil reais em algum ativo de renda fixa, que vai render para você cerca de 7% até o fim do ano. Os 5 mil restantes podem ser aplicados em investimentos sem a proteção do FGC, como os ativos em renda variável.

Agora, vamos imaginar 3 diferentes cenários:

  1. No primeiro, você acerta em cheio o ativo em renda variável escolhido, que se valorizou cerca de 20% no ano. Assim, você vai ter em sua conta um valor final de 113 mil reais, representando um retorno financeiro de 13% ao ano.
  2. No segundo cenário, entretanto, o ativo escolhido se manteve no lugar e ao final dos 12 meses, valia exatamente os 5 mil reais que foram investidos. Nesse caso, ao final do ano, você teria cerca de 106.650 reais, representando um retorno de 6,65% no ano, que seria apenas um pouco mais baixo do que se você tivesse aplicado dinheiro somente em ativos de renda fixa;
  3. Por último, caso você acabe escolhendo um ativo em renda variável péssimo e acabasse perdendo os 5 mil reais que investiu, ao final do ano, você ainda vai ter na sua conta um valor de 101.650 reais. Nesse caso, apesar do rendimento ruim de somente 1,65% no ano, de qualquer forma o valor inicial disponibilizado para realizar os investimentos ainda estaria integralmente protegido.

O exemplo usado para que você pudesse visualizar a situação foi bastante simples, e desconsiderou os custos e os impostos que podem incidir sobre as suas contas.

Isso porque a ideia é apenas mostrar que é possível aplicar dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC e diversificar a sua carteira sem perder dinheiro e como isso pode alterar completamente o seu volume de ganhos sem correr riscos desnecessários e protegendo integralmente o seu capital.

Lembrando que a situação de perder todo o seu valor aplicado é bastante improvável e só aconteceria caso a empresa fosse a falência ou acontecesse um grave escândalo que envolvesse a companhia.

Na prática, entretanto, é necessário tomar uma série de cuidados ao apostar em investimentos sem a proteção do FGC e diversificar sua carteira.

Como diversificar a sua carteira de investimentos

Como dissemos, para aplicar seus recursos em investimentos sem a proteção do FGC e diversificar a sua carteira, na prática, você precisa tomar uma série de cuidados.

Cada investidor possui seu perfil de risco, seus objetivos e também as suas próprias convicções acerca do que o deixa mais confortável e confiante sobre o futuro das suas aplicações financeiras e tudo isso deve ser levado em consideração.

Ainda assim, na hora de apostar em investimentos sem a proteção do FGC você pode lançar mão de algumas atitudes que valem para todo mundo.

Para ajudar você na tarefa de aplicar o seu dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC e diversificar as suas aplicações, separamos algumas dicas na lista a seguir:

  1. Não diversifique demais

Não vai adiantar você colocar os seus recursos financeiros em uma infinidade de ativos diferentes somente para diversificar.

A complexidade operacional de uma atitude como essa e a dificuldade de acompanhar cada uma das aplicações financeiras escolhidas sozinho faz com que seja inviável.

Inclusive, em um cenário muito otimista, o máximo que você iria conseguir lugar fazendo isso seria uma média sobre o rendimento do mercado.

  1. Não diversifique através de ativos relacionados um com o outro

Também não vai adiantar você diversificar as suas aplicações em investimentos sem a proteção do FGC se você apostar em, por exemplo, uma franquia de doces e uma outra de bolos. Quando o mercado do segmento estiver em baixa, você vai acabar vendo seu rendimento cair duas vezes.

  1. Tenha cuidado com os tipos de riscos

Não importa o quanto seja boa a diversificação que você fizer das suas aplicações, os riscos sempre vão existir.

Qualquer ativo conta com um Risco Diversificável (ou Risco de Mercado) e um Risco Não Diversificável, sejam ou não investimentos sem a proteção do FGC.

Assim, você poderá proteger seus investimentos das oscilações de determinado segmento do mercado através da diversificação, entretanto, em algumas situações, como no caso de uma crise econômica geral, por exemplo, é bem provável que os efeitos cheguem até você.

  1. Diversifique de forma estratégica

A diversificação tem como objetivo diminuir os riscos de mercado na sua carteira de investimentos, entretanto, não basta que você aplique seu dinheiro de qualquer forma e em qualquer coisa.

É necessário que a sua carteira seja construída de maneira estratégica e inteligente para que você colha os benefícios que espera.

  1. O risco deve ser calibrado pela volatilidade

Por último, na hora de diversificar a sua carteira de investimentos, você deve pensar em uma forma de fazer isso que seja coerente com o seu perfil de investidor.

Se tudo isso pareceu muito complicado para você, afinal de contas, especialmente para o investidor independente que não se dedica integralmente para as aplicações financeiras realmente a tarefa não é tão fácil, existe uma alternativa mais simples para que você consiga diversificar a sua carteira de investimentos.

Essa alternativa, que costuma funcionar muito bem para a grande maioria dos investidores independentes, é terceirizar a tarefa a gestores de investimentos profissionais através de um Fundo de Investimento.

Assim, você deixa o trabalho da diversificação e da alocação dos recursos nas mãos de um profissional com qualificação para isso e que pode se dedicar integralmente a essa tarefa.

Agora você já sabe que vale a pena aplicar dinheiro em investimentos sem a proteção do FGC para garantir diversificação na sua carteira e aumentar a rentabilidade das suas aplicações financeiras.

Artigos que podem ser úteis para você: Mercado Forex: O que é e como funciona? | CDB x LCI x LCA: Como fazer a comparação correta?

 

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